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Revival Entrevista #1: Lili Melo, de administradora à arte dos scrapbooks

20/11/2021

Hoje daremos início à uma série super legal por aqui, que tem como objetivo mostrar como existem coisas incríveis que nem imaginamos nesse mundão e como tem mulheres maravilhosas por trás delas.

Entrevistamos 4 mulheres empreendedoras que se encontraram e se desenvolveram no próprio negócio. E, começando com o pé direito, vamos conhecer um pouco mais da trajetória da Lili Melo, uma paulista que quarentou na quarentena e faz scrapbooks lindíssimos para eternizar a memória das pessoas de uma maneira lindona!

A Lili mora em Curitiba, é casada com o Ev e, como ela diz, é MÃEdrinha da Muri, que faz parte da Team Revival. Ela também tem uma cachorrinha linda e super carinhosa que se chama Boo (o mesmo nome daquela menininha do desenho Monstros S.A. e, sim, também amo desenho animado – disse Lili). Falando em doguinhos, a Lili tinha o sonho de ser veterinária, por conta do seu amor pelos bichinhos, mas acabou cursando administração.

Agora que conhecemos um pouquinho mais da Lili, hora de saber com o que ela trabalha e como é o negócio dela. “Hoje posso dizer que sou dona do meu próprio nariz e da Casa de Papel Scrapbook. Posso dizer que faço arte o dia todo e quando não estou fazendo, estou ensinando (outra coisa que amo)”. 

Para quem não conhece, a Lili explicou que “scrapbook é a arte de decorar e personalizar álbuns de fotografia de uma maneira muito lúdica e divertida. Digo que é a arte de eternizar a vida e a história de cada um”. Há 10 anos, a scrapper vive dessa arte – fazendo algumas encomendas e dando aulas para turmas cada vez maiores e eternizando momentos de uma forma incrível!

 

“O scrapbook entrou na minha vida muito antes de eu conhecê-lo por esse nome. Sou daquelas que decorava agenda com muitas figurinhas, fotos e itens como palito de sorvete. E, depois de uma viagem para Orlando, eu voltei destinada a fazer um álbum lindo”

 

Nessa viagem, a Lili não perdeu tempo e já comprou alguns itens para montar seu próprio álbum, mas pegou gosto pela coisa e decidiu se especializar no negócio. Uma amiga dela, Lu Gomes, dava aulas e ensinou a scrapper a fazer o tão sonhado e lindo álbum de scrapbook. 

 

“Foi aí que entrei de cabeça. Eu já havia deixado meu trabalho de CLT no mundo corporativo (digo que esse mundo não me pertence) e a Lu já tinha uma empresa que era a Casa de Papel Scrapbook (ooohhhh) – sim a Casa de Papel era dela, passou a ser nossa e hoje é todinha minha. A Lu mudou de ramo e se mudou para a Irlanda (chique demais)”

 

Como o mundo do empreendedorismo não são só flores, a Lili compartilhou que a pior parte de cuidar de tudo sozinha é lidar com as papeladas e burocracias: “mesmo sendo administradora, descobri que meu negócio é criativo, então cuidar de todo o resto pra mim é bem difícil ”. Mas sempre tem aquela recompensa que nos faz continuar e amar o que fazemos, que para a Lili, entre elas está a flexibilidade de horário. “Eu percebi que minha criatividade flui muito mais a noite, então consigo fazer outras coisas durante o dia e criar bastante a noite”.

 

“A interação com outras pessoas também. Gosto muito de conhecer gente nova e isso acontece com muita frequência e, por incrível que pareça, conheci muita gente nova durante a pandemia, as redes sociais ajudaram muito nisso”

 

Além dos motivos mais pessoais, claro que os clientes e alunos não poderiam ficar de fora. A Lili comentou que ver o brilho no olhar de quem recebe a encomenda ou aprende com um projeto criado por ela já faz tudo valer a pena. “Às vezes tenho nem vontade de cobrar por um trabalho (…), mas como preciso comer e me vestir (com body Revival, kkkk) eu cobro, né!”.

Depois que o sonho está realizado, ou quase realizado, é normal olharmos para trás e pensar em algumas coisas que poderiam ter sido diferentes. Como a parte burocrática é a parte que a Lili menos gosta, ela não pensaria duas vezes em chamar alguém para cuidar das papeladas da Casa de Papel. Além disso, ela compartilhou que queria ter investido mais em cursos desde o começo: “eu teria estabelecido meu estilo bem antes, o que ajudaria, inclusive, na identificação da minha marca”.

Mesmo sem essas questões, tudo deu certo para Lili até agora, mas ela disse que seria um sonho abrir uma loja física. “Mas eu penso e repenso muito sobre isso, então ainda não posso dizer se quero realizá-lo”.  

Além de eternizar a memória das pessoas de um jeito único, a Lili também dá aulas voluntárias e ajuda pessoas através da arte dela. “Sei que a arte ajuda no alívio do stress de muita gente, sem contar que muitas passaram a ganhar um dinheirinho extra com o scrapbook”.

Se você se inspirou no trabalho da Lili, ela deixou algumas dicas para você que está começando no empreendedorismo ou que pensa em ter o próprio negócio:

 

“Estude muito. Busque o máximo de informações sobre a área em que você deseja atuar. Converse com pessoas experientes e do mesmo ramo. Faça cursos, a internet tá cheio deles e muitos são free”

 

E se você quiser conhecer mais sobre o trabalho dela, tirar alguma dúvida ou só ficar babando nos scraps que ela faz, segue ela no insta (@casadepapelscrapbook), manda um whats maroto (+55 41 9 9101-1171) ou um e-mailzinho (contato.casadepapel@gmail.com). 

 

As encomendas podem ser enviadas para todo o Brasil e as aulas serão presenciais para quem é de Curitiba e Região a partir de 2022, mas continua no formato online para quem é de outra cidade ou estado! 

 

Obrigada, Lili, pela conversa maravilhosa! Muito sucesso daqui para frente e conte com a Revival 🤍

20/11/2021
Mylena Freire

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