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Family Time

23/12/2020

Desde o começo do ano, estamos vivendo um período bem atípico, ficando longe de quem amamos, adaptando nossos hobbies, desenvolvendo novas tarefas, ajustando nossas atividades presenciais – tudo em nome do cuidado. De repente, tivemos que arrumar um jeito de viver de uma maneira totalmente diferente, sem nem ter tempo para planejar algo.

 

Longe dos amigos e pessoas próximas, estávamos apenas convivendo com o pessoal da nossa casa e pudemos perceber o quão importante é o apoio familiar. Em uma situação de vulnerabilidade como essa da pandemia, nossa mente vai à milhão com tanta informação chegando e adaptação acontecendo. Nesse momento difícil, muita coisa pode acontecer (ou aconteceu) e você precisa de uma rede de apoio e, com o isolamento social, o papel da família foi essencial para esse sustento.

 

Ainda não sabemos quanto tempo isso tudo vai durar – esperamos que pouco -, mas aqui vai algumas dicas de como podemos ser essa rede de apoio na pandemia e também depois dela:

 

1 – Seja presente

 

Parece meio bobo falar para ser presente quando se está na mesma casa, mas isso é bem necessário. Ser presente não é apenas dividir o mesmo espaço, mas também interagir. Então, façam refeições juntos, joguem jogos de tabuleiro, assistam séries ou, simplesmente, conversem. Se mostrar próximo pode ajudar nas barreiras afetivas e comunicativas – o que contribui para o desenvolvimento do apoio emocional.

 

2 – Demonstre afeto

 

Claro que nem todas as pessoas são daquelas que gostam do contato físico, mas ele pode ser um grande aliado quando o assunto é apoio. Um carinho ou um abraço apertado, por exemplo, pode aliviar a dor do outro – mesmo que nenhuma palavra seja dita. Ele acolhe, aconchega e dá segurança.

 

3 – Ouça o que o outro tem a dizer

 

Seja uma coisa feliz ou triste, escute. Escutar também faz parte do apoio, desenvolve o relacionamento e permite mais proximidade. Ouvir faz com que você entenda melhor a pessoa, conheça ela mais profundamente e dê a ela a liberdade de confiar em você. Às vezes as pessoas só precisam de alguém que escute o que elas têm a dizer. Pode ser algo importante ou bobinho, mas escutar é essencial!

 

4 – Respeite o tempo de caverna

 

Assim como tem o tempo de querer ser ouvido, também tem o tempo de querer não falar. É comum que a pessoa queira ficar na sua caverninha, refletindo e digerindo alguma situação que tenha passado. Por isso, não force o diálogo e deixe que a pessoa tenha seu tempo de análise. Isso ajuda com que ela confie em você, entenda seu respeito com os sentimentos dela e sinta mais segurança ao compartilhar algo quando estiver pronta para isso.

 

5 – Cada um no seu quadrado

 

Claro que ficar junto é muito bom, ter uma intimidade também, mas é sempre importante lembrar que cada um precisa do seu espaço. Não precisamos ficar grudados uns nos outros só porque moramos na mesma casa e estamos isolados. É bom que cada um tenha sua privacidade e tempo próprio para se desenvolver, fazer coisas que gosta e se relacionar com outras pessoas – mesmo que virtualmente. A liberdade também é significativa para a saúde mental.

 

6 – Toda ação tem uma reação

 

Além dos pontos anteriores, é bom prestarmos atenção quanto ao nosso modo de agir e falar. Quando estamos lidando com outras pessoas, precisamos lembrar que cada indivíduo é único e tem reações diferentes – e nem sempre será como a gente reage. Determinadas situações precisam de palavras mais duras, mas que tal escolher uma maneira mais suave e pacífica para dizê-las? Observar nosso jeito de falar e agir pode ajudar nos resultados e também na confiança que o outro tem em você.

 

7 – Escolha a linguagem mais próxima

 

Na hora da conversa, além do tom que você usa, é importante que você escolha palavras mais próximas da realidade do outro. Falar palavras complexas e desconhecidas com uma criança, por exemplo, não vai atingir o objetivo da comunicação. Então, escolha palavras fáceis, que sejam do dia-a-dia dela, para que ela se sinta mais próxima e confortável na hora do diálogo. Além disso, usar o nome ou apelido carinhoso também ajuda na proximidade. Isso tudo não só com as crianças, com adultos também!

 

A gente sabe que nem todo mundo mora com a família, alguns moram com os amigos, com os animais de estimação ou sozinhos mesmo. Essas dicas podem se adaptar e serem aplicadas nas suas outras relações interpessoais. É importante que a gente cuide da forma como nos comunicamos com as outras pessoas, porque muitas vezes não sabemos como elas estão se sentindo ou pelo que estão passando – podemos ser gatilho para problemas maiores. Então, é interessante demonstrar cuidado e apoio, mesmo que não tenha sido solicitado verbalmente.

 

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